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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Invenção de um leitor SÉRGIO VAZ



Novos Dias - Sérgio Vaz

“Este ano vai ser pior... Pior para quem estiver no nosso caminho."

Então que venham os dias.
Um sorriso no rosto e os punhos cerrados que a luta não para.
Um brilho nos olhos que é para rastrear os inimigos (mesmo com medo, enfrente-os!).
É necessário o coração em chamas para manter os sonhos aquecidos. Acenda fogueiras.
Não aceite nada de graça, nada. Até o beijo só é bom quando conquistado.
Escreva poemas, mas se te insultarem, recite palavrões.
Cuidado, o acaso é traiçoeiro e o tempo é cruel, tome as rédeas do teu próprio destino.
Outra coisa, pior que a arrogância é a falsa humildade.
As pessoas boazinhas também são perigosas, sugam energia e não dão nada em troca.
Fique esperto, amar o próximo não é abandonar a si mesmo.
Para alcançar utopias é preciso enfrentar a realidade.
Quer saber quem são os outros? Pergunte quem é você.
Se não ama a tua causa, não alimente o ódio.
Por favor, gentileza gera gentileza. Obrigado!
Os erros são teus, assuma-os. Os acertos também, divida-os.
Ser forte não é apanhar todo dia, nem bater de vez em quando, é perdoar e pedir perdão, sempre.
Tenho más notícias: quando o bicho pegar, você vai estar sozinho. Não cultive multidões.
Qual a tua verdade ? Qual a tua mentira? Teu travesseiro vai te dizer. Prepare-se!
Se quiser realmente saber se está bonito ou bonita, pergunte aos teus inimigos, nesta hora eles serão honestos.
Quando estiver fazendo planos, não esqueça de avisar aos teus pés, são eles que caminham.
Se vai pular sete ondinhas, recomendo que mergulhe de cabeça.
Muito amor, muito amor, mas raiva é fundamental.
Quando não tiver palavras belas, improvise. Diga a verdade.
As manhãs de sol são lindas, mas é preciso trabalhar também nos dias de chuva.
Abra os braços. Segure na mão de quem está na frente e puxe a mão de quem estiver atrás.
Não confunda briga com luta. Briga tem hora para acabar, a luta é para uma vida inteira.
O Ano novo tem cara de gente boa, mas não acredite nele. Acredite em você.
Feliz todo dia!

domingo, 12 de maio de 2013

FESTIPOA - Cristóvão Tezza em "O Filho Eterno"




Trecho do 4º capítulo de “O filho eterno”:

A manhã mais brutal da vida dele começou com o sono que se interrompe — chegavam os parentes. Ele está feliz, é visível, uma alegria meio dopada pela madrugada insone, mais as doses de uísque, a intensidade do acontecimento, a sucessão de pequenas estranhezas naquele espaço oficial que não é o seu, mais uma vez ele não está em casa, e há agora um alheamento em tudo, como se fosse ele mesmo, e não a mulher, que tivesse o filho de suas entranhas — a sensação boa, mas irremediável ao mesmo tempo, vai se transformando numa aflição invisível que parece respirar com ele. Talvez ele, como algumas mulheres no choque do parto, não queira o filho que tem, mas a idéia é apenas uma sombra. Afinal, ele é só um homem desempregado e agora tem um filho. Ponto final. Não é mais apenas uma idéia, e nem mais o mero desejo de agradar que o seu poema representa, o ridículo filho da primavera — é uma ausência de tudo. Mas os parentes estão alegres, todos falam ao mesmo tempo. A tensão de quem acorda sonado se esvazia, minuto a minuto. Como ele é? Não sei, parece um joelho — ele repete o que todos dizem sobre recém-nascidos para fazer graça, e funciona. O bebê é parrudo, grande, forte, ele inventa: é o que querem ouvir. Sim, está tudo bem. É preciso que todos vejam, mas parece que há horários. Daqui a pouco ele vem — aquele pacotinho suspirante. A mulher está plácida, naquela cama de hospital — sim, sim, tudo vai bem. Há também um rol de recomendações que se atropelam — todos têm alguma coisa fundamental a dizer sobre um filho que nasce, ainda mais para pais idiotas como ele. Eu fiz um curso de pai, ele alardeia, palhaço, fazendo piada. Mas era verdade: passou uma tarde numa grande roda de mulheres buchudas, a dele incluída, é claro, com mais dois ou três futuros pais devotos, atentíssimos, ouvindo uma preleção básica de um médico paternal, e de tudo guardou um único conselho — é bom manter uma boa relação com as sogras, porque os pais precisam eventualmente descansar da criança, sair para jantar uma noite, tentar sorver um pouco o velho ar de antigamente que não voltará jamais.

Foto: Ana Mendes/Festipoa


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Livro: Agora Deus vai te pegar lá fora, de Carlos Moraes

Há um trecho em que uma mulher ouve a seguinte pergunta de um major: "Por que você não é feliz como todo mundo?". A que ela responde mais ou menos assim: "Como o senhor ousa dizer que não sou feliz? O que o senhor sabe do que eu digo para o meu marido depois do amor? E do que eu sinto quando ouço Vivaldi?E do que eu rio com meu filho? E por que mundos viajo quando leio Murilo Mendes? A sua felicidade, que eu respeito, não é minha, major".

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Em tempos de GUERRA, Da PAZ, por Marcelino Freire



DA PAZ
por Marcelino Freire *

Eu não sou da paz.

Não sou mesmo não. Não sou. Paz é coisa de rico. Não visto camiseta nenhuma, não, senhor. Não solto pomba nenhuma, não, senhor. Não venha me pedir para eu chorar mais. Secou. A paz é uma desgraça.

Uma desgraça.

Carregar essa rosa. Boba na mão. Nada a ver. Vou não. Não vou fazer essa cara. Chapada. Não vou rezar. Eu é que não vou tomar a praça. Nessa multidão. A paz não resolve nada. A paz marcha. Para onde marcha? A paz fica bonita na televisão. Viu aquele ator?

Se quiser, vá você, diacho. Eu é que não vou. Atirar uma lágrima. A paz é muito organizada. Muito certinha, tadinha. A paz tem hora marcada. Vem governador participar. E prefeito. E senador. E até jogador. Vou não.

Não vou.

A paz é perda de tempo. E o tanto que eu tenho para fazer hoje. Arroz e feijão. Arroz e feijão. Sem contar a costura. Meu juízo não está bom. A paz me deixa doente. Sabe como é? Sem disposição. Sinto muito. Sinto. A paz não vai estragar o meu domingo.

A paz nunca vem aqui, no pedaço. Reparou? Fica lá. Está vendo? Um bando de gente. Dentro dessa fila demente. A paz é muito chata. A paz é uma bosta. Não fede nem cheira. A paz parece brincadeira. A paz é coisa de criança. Tá uma coisa que eu não gosto: esperança. A paz é muito falsa. A paz é uma senhora. Que nunca olhou na minha cara. Sabe a madame? A paz não mora no meu tanque. A paz é muito branca. A paz é pálida. A paz precisa de sangue.

Já disse. Não quero. Não vou a nenhum passeio. A nenhuma passeata. Não saio. Não movo uma palha. Nem morta. Nem que a paz venha aqui bater na minha porta. Eu não abro. Eu não deixo entrar. A paz está proibida. A paz só aparece nessas horas. Em que a guerra é transferida. Viu? Agora é que a cidade se organiza. Para salvar a pele de quem? A minha é que não é. Rezar nesse inferno eu já rezo. Amém. Eu é que não vou acompanhar andor de ninguém. Não vou. Não vou.

Sabe de uma coisa: eles que se lasquem. É. Eles que caminhem. A tarde inteira. Porque eu já cansei. Eu não tenho mais paciência. Não tenho. A paz parece que está rindo de mim. Reparou? Com todos os terços. Com todos os nervos. Dentes estridentes. Reparou? Vou fazer mais o quê, hein?

Hein?

Quem vai ressuscitar meu filho, o Joaquim? Eu é que não vou levar a foto do menino para ficar exibindo lá embaixo. Carregando na avenida a minha ferida. Marchar não vou, ao lado de polícia. Toda vez que vejo a foto do Joaquim, dá um nó. Uma saudade. Sabe? Uma dor na vista. Um cisco no peito. Sem fim. Ai que dor! Dor. Dor. Dor.

A minha vontade é sair gritando. Urrando. Soltando tiro. Juro. Meu Jesus! Matando todo mundo. É. Todo mundo. Eu matava, pode ter certeza. A paz é que é culpada. Sabe, não sabe?

A paz é que não deixa.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Festipoa Literária vence o Prêmio Fato Literário 2010



Foi com muita alegria e vibração que recebemos a notícia de que Fernando Ramos foi um dos vencedores do Fato Literário de 2010.

Muito justo!!! Um batalhador. É dele e, somente dele. Começou a organizar a FestiPoa Literária em 2008. Na época, já era dele o Jornal Vaia. Publicação voltada para a literatura e a arte.

Além da Festipoa, Aldyr Schlee e a Ong Cirandar também venceram, pelo júri oficial.

O que é o Prêmio Fato Literário:

O Prêmio Fato Literário, uma iniciativa do Grupo RBS com apoio da Caixa Econômica Federal, acontece anualmente desde 2003, ao término da Feira do Livro de Porto Alegre.

Quando foi:
A premiação deste ano ocorreu nesta segunda-feira, 15 de Novembro, às 18h, no Clube do Comércio, em Porto Alegre

Premiação:
O escolhido por votação popular recebeu o prêmio de R$ 10 mil e cada um dos escolhidos pelo júri oficial recebeu R$ 20 mil.

FestiPoa Literária:
Vencedor da categoria júri popular, a Festipoa Literária é uma série de conferências, leituras, palestras, saraus e espetáculos artísticos gratuitos que homenageia anualmente um nome da literatura do Estado. Coordenador do projeto, Fernando Ramos, se mostrou surpreso com a expressiva votação:

— É um reconhecimento, óbvio, a um trabalho que está apenas começando. Ganhar o voto popular foi inusitado porque nem me dediquei a fazer camapnha. Fui um anticandidato, mas o reconhecimento da comunidade intelectual pode ter gerado uma corrente de simpatia e apoio que levou as pessoas a votar e a divulgar por conta própria — afirmou.

O que significa:
O prêmio presta reconhecimento e premia a instituição, personalidade, obra ou evento que, por sua qualidade e relevância, tenha se destacado e marcado fortemente o cenário da literatura no Rio Grande do Sul.

Composição de Júri:
A cada edição os premiados são escolhidos por um júri oficial (formado por escritores, jornalistas, representantes de entidades ligadas ao meio literário e membros da comunidade cultural gaúcha) e pelo júri popular (comunidade em geral), por cupons e internet.

A votação popular ocorreu no estande do Grupo RBS, na Feira do Livro de Porto Alegre, de 29 de outubro a 11 de novembro. Pelo site, a votação aconteceu do dia 25 de outubro às 23h59min do dia 11 de novembro.


 

domingo, 31 de outubro de 2010

Sessão de autógrafos de Antônio Carlos de Azambuja

Dia: 08/10/2010

Hora: 18:00

Local: Memorial do RS - Térreo - Sessões de Autógrafos

Participantes: OAB autografa

Obra: Patrimoniais e outras Obrigações Internas das Associações sócio-desportivas - Reflexos no Projeto Arena do Grêmio

Editora: Editora Fabris
 

Sobre o autor Antônio Carlos de Azambuja

Antonio Carlos Azambuja é advogado em Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul.
Formado em 1966, já a partir da colocação de grau dedicou-se ao exercício de funções profissionais ligadas, ao então, recém-nascido Sistema Financeiro de Habitação, cujo desenvolvimento acompanhou por largo tempo, justamente na época de seu florescimento.
Assessor Jurídico do Grupo Financeiro Crefisul na área de financiamentos hipotecários transferiu-se, daí, para o grupo gaúcho Martins, Gueller & Fantoni - Maguefa (construção civil), Então associado ao antigo Montepio da Família Militar E Associação Dos Profissionais Liberais do Brasil - Aplub. Por cerca de meia dúzia de anos, ocupou o cargo de Executivo Operacional das Empresas de Crédito Imobiliário daquele Conglomerado, Província e Banmércio, depois Sulbrasileiro S/a. Nessa época, ainda, exerceu as funções de administrador e membro do Conselho de Administração da Apesul, em 1976. Afastou-se daquelas empresas, fundando a sua própria, de construção civil. Voltou, a partir de 1983, a exercer a profissão de advogado, á qual se dedica até hoje.
A essa bagagem de experiência de natureza empresarial, como financiador e financiado, agregou ao longo dos últimos trinta e cinco anos, os quais militou no Conselho Deliberativo de uma das maiores corporações desportivas do Brasil, suficientes conhecimentos sobre as realidades do desporto profissional neste país, tanto no seu lado público quanto no privado. Nessa condição, testemunhou o rito de passagem da antiga ordem legal, inspirada no modelo político pretérito À Carta Magna, de 1988 - Por, isso autocrática, intervencionista e usurpativa - para a atual,estribada nos princípios da livre iniciativa, do risco negocial e da autonomia de organização e funcionamento das entidades componentes desse mundo específico.

sábado, 30 de outubro de 2010

Bate-papo sobre Jornalismo em Quadrinhos

Como está o cenário brasileiro e internacioal de Jornalismo em Quadrinhos?; os desafios do gênero, no plano acadêmico e no âmbito dos profissionais que realizam esse tipo de reportagem; quais os caminhos e exemplos a ser seguidos?

Debatedores: Felipe Muanis, Spacca e Aristides Dutra.
Mediação: Augusto Paim

















http://www.goethe.de/ins/br/poa/ver/pt6596308v.htm

"Quadrinhos: ficção ou não-ficção? - 2ª parte”

Debate sobre os limites entre ficção e não-ficção nos quadrinhos: é realmente possível fazer não-ficção em quadrinhos? O que há de não-ficcional na ficção, e vice-versa.

Debatedores: Atak e Jens Harder
Mediação: Reinhard Sauer
Com tradução simultânea

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Quadrinhos: "A informação na imagem"

Spacca fala sobre o seu processo de pesquisa histórica para a realização do desenho de caráter não-ficcional, mostrando como o desenho, e não só o texto, pode ser uma fonte de informação para o leitor.

Palestrante: Spacca
Mediação: Aristides Dutra















Fonte: http://www.goethe.de/ins/br/poa/ver/pt6596308v.htm

"Quadrinhos: ficção ou não-ficção? - 1ª parte”

Discussão sobre se o desenho dá um caráter ficcional à reportagem ou se se trata apenas de uma nova linguagem – com enquadramento, cores, iluminação, sequência – aplicada ao jornalismo. De que modo essa linguagem insere-se nos critérios do campo do jornalismo?


Debatedores: Atak e Jens Harder
Com tradução simultânea
Mediação: Felipe Muanis


 
Fonte: http://www.goethe.de/ins/br/poa/ver/pt6596308v.htm

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

I Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos

Hoje, às 19h30min, fui assistir a palestra " A história do Jornalismo em Quadrinhos". O palestrante foi Aristides Dutra e a mediação de Felipe Muanis.

FestiPoa Literária na final do prêmio Fato Literário 2010





FestiPoa Literária é a festa da literatura em Porto Alegre. Debates, leituras, lançamentos, performances, exposições, saraus, shows, teatro e cinema. Tudo feito para brindar e festejar a literatura, com a participação de dezenas de artistas e público interessado em arte. 


FestiPoa, em sua 3ª edição no mês de abril/2010, consolida-se como uns dos principais eventos culturais da cidade, promovendo um conjunto diversificado de ações cujo foco principal é a literatura e a leitura. O evento já demonstrou capacidade de contribuir efetivamente para difusão e a divulgação da produção literária contemporânea e reúne em sua programação desde escritores que acabaram de lançar seu primeiro livro, ou iniciantes na carreira literária, até nomes expressivos da literatura brasileira, premiados e reconhecidos nacional e internacionalmente. E o que é melhor: toda a programação é gratuita.

FestiPoa é uma parceria do jornal Vaia com as livrarias Letras & Cia e Palavraria. E conta, também, com vários apoiadores, indispensáveis a realização do evento. 

Equipe
Idealizador e organizador: Fernando Ramos

Curadoria: Fernando Ramos
Produção: Fernando Ramos e Jornal Vaia
Co-produção: Cabaré do verbo (Cris Cubas, Fernando Ramos, Marcela Marco e Natália Chaves Bandeira)
Assessoria de imprensa: Sarah Goulart sarahgou@gmail.com (51) 9331.6878
Logotipo da FestiPoa: Fabriano Rocha 


Fonte: http://festipoaliteraria.blogspot.com/p/producao.html

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O Brasil abre as portas para o Jornalismo em Quadrinhos


O Goethe-Institut Porto Alegre e a Feira do Livro de Porto Alegre serão o palco de um evento inédito: trata-se do I Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos. Durante os dias 28, 29 e 30 de outubro de 2010, quatro convidados nacionais e dois convidados da Alemanha estarão na capital gaúcha para debater a origem e os rumos desse novo gênero jornalístico. Haverá ainda uma mostra internacional de reportagens em quadrinhos, além da exposição "Comics, Manga & Co. - A nova cultura de quadrinhos alemães", dentre outras atividades. Algumas palestras serão transmitidas via web, ao vivo, para todo o Brasil, no blog www.cabruuum.blogspot.com. Também haverá cobertura no twitter @EIJQ.

Os convidados nacionais são: Aristides Dutra, Mestre em Jornalismo em Quadrinhos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Felipe Muanis, jornalista, ilustrador e professor da Universidade Federal Fluminense; Gilmar Rodrigues, jornalista, autor do livro-reportagem “Loucas de amor em quadrinhos”, sobre mulheres que se apaixonam por serial killers; e Spacca, desenhista e escritor de quadrinhos históricos. Os convidados da Alemanha são: Atak (Prof. Georg Barber), autor de quadrinhos de vanguarda, e Jens Harder, autor de reportagens em quadrinhos.

A organização é do Goethe-Institut Porto Alegre, em parceria com a Feira do Livro. A curadoria do encontro e da exposição de reportagens é do jornalista Augusto Paim. A programação completa e o currículo dos candidatos está disponível na seção "Eventos" do site www.goethe.de/portoalegre.

O Jornalismo em Quadrinhos – também conhecido como Jornalismo Gráfico – é uma modalidade jornalística relativamente recente. O principal nome do gênero é Joe Sacco, jornalista maltês que faz livros-reportagem em quadrinhos sobre conflitos étnicos.

Fonte: http://www.cabruuum.blogspot.com/